Lula deve antecipar viagem a Belém para participar do Global Citizen e acompanhar preparativos da COP30
Presidente deve desembarcar no Pará no sábado (1º), participar da inauguração do aeroporto e comparecer ao Global Citizen Festival: Amazônia, no Mangueirão
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deve antecipar sua viagem a Belém para acompanhar de perto os preparativos da 30ª Conferência das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (COP30), que será realizada em novembro na capital paraense.
Segundo informações divulgadas pelo jornalista Igor Gadelha, do Metrópoles, Lula deve desembarcar em Belém no sábado, 1º de novembro, cinco dias antes do início oficial da conferência.
Inauguração do aeroporto e presença no Global Citizen Festival
Durante a estadia, o presidente tem ao menos duas agendas confirmadas. A primeira será a inauguração dos novos espaços do Aeroporto Internacional de Belém, que passou por reformas e ampliações para receber delegações internacionais e visitantes da COP30.
Lula também deve participar do Global Citizen Festival: Amazônia, evento que será realizado no Estádio Olímpico do Pará (Mangueirão). O festival reunirá artistas nacionais e internacionais, como Anitta, Gaby Amarantos, Seu Jorge, Gilberto Gil, Charlie Puth e Chris Martin, vocalista do Coldplay.
O show marcará a abertura simbólica das celebrações em torno da conferência e deve atrair milhares de pessoas, incluindo lideranças indígenas, ativistas ambientais e autoridades políticas.
Expectativa de retorno e reencontro com o vocalista do Coldplay

A expectativa é de que Lula retorne a Brasília ainda no fim de semana, mas volte a Belém na terça-feira (4/11), para participar da cúpula dos chefes de Estado da COP30, marcada para os dias 6 e 7 de novembro.
O presidente já teve contato anterior com Chris Martin, do Coldplay — em 2023, Lula e a primeira-dama Janja da Silva se encontraram com o músico em Paris e receberam um violão autografado pelos integrantes da banda. Na ocasião, Lula chegou a discursar durante o show, reforçando a necessidade de os países ricos financiarem a preservação das florestas tropicais, como a Amazônia.
Com informações de Igor Gadelha, do Metrópoles
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