O que está acontecendo na Amazônia? 3 de novembro de 2025

Permissionários reclamam de barraca de tacacá na frente do Mercado de São Brás: “vai avacalhar”

Vendedores alegam que barraca prejudica estética do espaço e questionam autorização do mercado

Permissionários do Mercado de São Brás, em Belém, manifestaram insatisfação após a instalação de uma barraca de tacacá em frente ao local. Segundo os comerciantes que pagam aluguel para atuar no mercado, a presença da vendedora, que seria ambulante, comprometeria a estética do espaço histórico.

Autorização e críticas dos permissionários

Em um grupo de WhatsApp, permissionários afirmam que a tacacazeira teria autorização do próprio mercado, já que o carrinho de suas atividades ficaria guardado dentro do espaço.

Imagens mostram o carrinho guardado dentro das dependências do mercado

“Se colocarem barracas de metalon ou food trucks, vai avacalhar e esculhambar com tudo o que foi projetado. Vai quebrar toda a beleza arquitetônica do local”, disse um permissionário, sobre o caso no grupo de mensagens.

Outro comerciante reforçou a preocupação:

“O objetivo é ser um ponto turístico de referência pela beleza arquitetônica. Se colocarem barracas na fachada, vai avacalhar”, afirmou.

Repercussão e pedido de esclarecimentos

Nos grupos de WhatsApp, os permissionários também compartilharam críticas à medida, destacando que feirantes estariam planejando se instalar em frente ao mercado.

“Estão dizendo que a feira veio para a frente do mercado. Vergonhoso!”, escreveu um participante.

Imagens mostram o carrinho alocado dentro das dependências do mercado, ao lado da porta principal de entrada.

Posição da Prefeitura

A equipe do Amazônia no Ar entrou em contato com a Prefeitura de Belém, por meio da Companhia de Desenvolvimento e Administração da Área Metropolitana de Belém (Codem) e da Secretaria Municipal de Desenvolvimento Econômico (Sedcon), solicitando esclarecimentos sobre o caso.

Até o momento, a administração do mercado não se pronunciou oficialmente sobre a questão. O espaço segue aberto para manifestações.

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