Pesquisadora confirma que fezes de garças da Batista Campos podem transmitir doenças pelo ar
Aprofundando o caso das garças da Praça Batista Campos, que vivem no centro de Belém, e são uma questão de saúde pública, o Amazônia no Ar conversou com a professora da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Pará (UFPA), que também é pesquisadora do Ambulatório de Dermatologia do Centro de Ciências Biológicas e da […]
Aprofundando o caso das garças da Praça Batista Campos, que vivem no centro de Belém, e são uma questão de saúde pública, o Amazônia no Ar conversou com a professora da Faculdade de Farmácia da Universidade Federal do Pará (UFPA), que também é pesquisadora do Ambulatório de Dermatologia do Centro de Ciências Biológicas e da Saúde da Universidade do Estado do Pará, Mioni Brito.
Ela afirmou que as aves representam um descontrole ambiental e sanitário, uma vez que um fungo presente nas fezes das garças podem ser transmitido ao ser humano pelo ar e inalado pelas vias respiratórias.
Como medidas para resolver o problema, ela destaca que a Prefeitura de Belém deve realizar uma limpeza além de realocar as aves para o Mangal das Garças, por exemplo, como forma de controlar a espécie e não oferecer risco à população.