Jornal 7 de janeiro de 2026

Exportação de gado vivo: uma prática cruel que ainda acontece no Pará

Exportação de gado vivo: uma prática cruel que ainda acontece no Pará Você deixaria um cachorro viajando por semanas, sem espaço para se mover, em meio a fezes, sob sol e chuva?Pois é exatamente isso que acontece com milhares de bois exportados vivos a partir do Pará. A exportação de gado vivo é considerada por […]

Exportação de gado vivo: uma prática cruel que ainda acontece no Pará

Você deixaria um cachorro viajando por semanas, sem espaço para se mover, em meio a fezes, sob sol e chuva?
Pois é exatamente isso que acontece com milhares de bois exportados vivos a partir do Pará.

A exportação de gado vivo é considerada por especialistas e organizações de defesa animal uma das práticas mais cruéis da cadeia pecuária. Os animais passam semanas confinados em navios, sem condições mínimas de bem-estar, submetidos a sofrimento extremo.

O Amazônia no Ar revelou com exclusividade o caso do navio Haidar, que naufragou em Barcarena, em 2015, levando à morte de quase cinco mil bois, que morreram afogados ou pisoteados. Até hoje, o navio permanece no local, vazando óleo no rio, enquanto as carcaças dos animais nunca foram totalmente retiradas.

Além do sofrimento animal, a prática gera impactos ambientais graves e expõe a fragilidade da fiscalização sobre um modelo de exportação que prioriza lucro acima da vida.

Diante disso, o Amazônia no Ar lança um abaixo-assinado para pressionar o Legislativo a aprovar uma lei que proíba a exportação de gado vivo no Pará. A assinatura é rápida, leva menos de dois minutos, e representa um passo concreto no combate a essa prática.

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